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Sobre o amor…

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Passada a primeira semana dos pequeninos, é que a gente se dá conta do amor. 
Diferente daquela sensação de estranhamento na sala de parto, diferente da primeira mamada ainda desajeitada, diferente da vinda pra casa… 
Mas foi em casa, com o dia-a-dia, com as noites picotadas das mamadas da madruga, com a falta de coragem pra levar pra tomar a vacina, com a dor no coração do teste do pezinho, com o sorriso do sono, e com os leves suspiros que eu descobri ou redescobri o amor. 
É impressionante como essas duas coisinhas tão lindas, fofoletes, cremosas e deliciosas saíram de dentro de mim. E diga-se de passagem é impressionante como esses dois bebezões cabiam aqui dentro (Pedro: 49 cm e 2.815 e Alice: 46 cm 2.850). 
Logo eu que reclamei tanto durante a minha gestação. 
Logo eu que sempre falo que ficar grávida é uó (e é mesmo). 
Parei pra pensar ontem com os olhos cheios de lágrima (é, de vez em sempre quando eu choro), e pensei: Se eu soubesse que ia ser uma coisa tão grande, tão linda, teria feito antes. Mas tudo tem seu tempo e sua hora… A hora deles e minha hora era agora. 
O amor é tanto que a gente fica meio burra e desaprende a escrever direito. 

A amamentação aqui vai linda. Peitinhos em livre demanda pros pequenos roto rooters, sem complemento nenhum. Sem fissura, sem dor, sem nada, com a pega linda… É muita ocitocina e prolactina, minha gente. 

É muito amor!
É muito amor por eles e é muito amor pelo marido, que me aguentou durante esse ano de gravidez, que esteve ao meu lado em todos os momentos, e está ao meu lado agora, o tempo todo. 
É muito amor por toda a nossa extensa família, independente de laços cosanguíneos, que estiveram e estão conosco nessa jornada. 
É muito amor, é muito carinho, é muito… TUDO! 

 

 

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